Sobre Mim

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


BEM VINDOS

Olá a todos!


Reflexão


Por vezes dou comigo a pensar e a reflectir na forma como me ponho a jeito para alguns tipos de comentários relativos ao meu site. Tento colocar-me na cabeça das pessoas para perceber qual é a sua intenção ao fazerem certos tipos de críticas. Dificilmente se consegue saber se as intenções são boas ou más, pese embora algumas darem demasiado no olho ou nas vistas. Conforme o meu estado de espírito, tenho o direito de interpretar à minha maneira.
Pedi a algumas pessoas para verem a página e enviarem o seu comentário, pois preciso do feedback para poder melhorar.
De acordo com os meus critérios, alguns analisaram de forma correcta. Direccionaram a sua apreciação para os aspectos técnicos: Estrutura, apresentação gráfica, escolha dos textos e imagens, etc, etc.
Outros incompreensivelmente, foram à procura dos erros de ortografia. Por amor de Deus, não pedi explicações de português! Que falta de senso! Tanta coisa bonita para analisar, e foram apenas procurar erros! Erro como qualquer ser humano. Poderão ser erros de distracção ou aqueles que o dedo bate na tecla ao lado. Até porque passo todos os textos no corrector ortográfico! Mesmo assim, um ou outro pode passar.
Houve casos mais extremos, porque em alguns assuntos fui um pouco directo. Por este motivo ficaram ameaças no ar.
Há momentos em que sou reservado, mas na maioria das ocasiões, sou espontâneo, directo e frontal. Já tive amargos de boca por ser assim. Mas como diz alguém, temos pena. Nesta fase da vida tenho dificuldade em mudar. Eu sou eu e sou assim mesmo!
Não gosto nada de polémicas, mas de vez em quando arranjo-as mesmo sem querer. Daqui para a frente vou ter cuidado e tentar mudar o mínimo.
A propósito destas e outras tretas, aconteceram-me coisas desagradáveis que as devia e podia ter evitado. Há acontecimentos que têm de acontecer para nos obrigar a tirar ilações e aprender alguma coisa com eles de uma vez por todas.
É preciso tomar opções e dar mais valor a uns aspectos da vida que a outros. Fazer o que possa parecer certo e estar bem consigo próprio. Ter a consciência leve e tranquila é importante e fundamental.
Acontece que há pessoas que transformaram palavras simples em frases polémicas. Precisaram de se alimentar de alguns rancores e aproveitaram para incentivar terceiros a fazerem ameaças. Estas coisas são tristes mas acontecem.
Agora vejam lá se não me expus demasiado!
Já agora…



Uma pequena história para refletir


Há muito pouco tempo atrás, publiquei um texto a propósito dum piquenique com algumas indirectas e um pouco indiscretas. Fui praticamente forçado a altera-lo. E o texto foi alterado porque recebi ameaças telefónicas de agressão física, caso não tirasse coisas que lá estavam. Isto devido a algumas palavras que escrevi. Quem tem c... tem medo. Eu tenho c… No estado que andam ultimamente as pessoas que as fizeram, e num momento de menos lucidez, nunca se sabe, poderão concretizar as ameaças.
Não quero confusões nem arranjar problemas. A violência poderá ser a sua praia, a minha não.
Acho que aquilo que escrevi não tinha nada de mal. Não queria magoar ninguém. Dei-lhe nomes diferentes, e só entenderia quem esteve presente. O público em geral não entenderia nada. E quem esteve presente, não precisa que eu diga seja lá o que for. Viu e ouviu como eu. E mais, podem contar a outras pessoas com explicações detalhadas. A publicidade boca-a-boca, é muito mais eficaz que qualquer página ou jornal. Eu até penso que os visados não lhe teriam dado tanta importância, se uma terceira pessoa que tomou as suas dores, não fosse com a velocidade de um relâmpago, injectar o muito do seu veneno, dando uma conotação e interpretação intriguista e maldosa ao que escrevi. Nem me deu tempo de alterar alguma coisa! E logo a mim que essa pessoa fez isso! Ajudei-a quando mais precisou. Mas pronto, há gente assim. Gente que passa grande parte do seu tempo que poderia ser precioso, na companhia dos seus ódios e rancores de estimação, alimentando-os fortemente. Porquê? Para quê?
Esse veneno encontrou bons receptores e propagadores. Não sei porque estas coisas acontecem. É lamentável que aconteçam. Se uns não resolvessem tomar as dores dos outros, possivelmente tudo passaria despercebido. Agora que se passaram coisas menos agradáveis nesse piquenique, passaram. Disfarçou-se o melhor que se pode, e evitaram-se problemas. Essa pessoa que sente as dores alheias, possivelmente não deu por nada. Não se apercebeu porque estava desatenta e andou distraída, a fazer o que não devia.
Durante a visita do nosso emigrante, vieram mostrar-lhe a cidade de Guimarães. Acho bem, pois é bonita e digna de ser mostrada aos turistas. Andaram nos centros comerciais, no teleférico e em outros recantos desta cidade. Estão fartinhos de saber onde moro e que estou reformado. Podiam ter tido um gesto bonito e simpático, contactando-me para ir lá ter. Teria muito gosto e seria uma forma de estar um pouco mais de tempo com eles. Mas não, não o fizeram. Possivelmente não tinham o meu contacto. Mas para fazerem ameaças, descobriram-no rapidamente! Há pessoas que se alguém lhe pede ajuda, a primeira pergunta que fazem é: O que ganho eu com isso? Não dão passo algum e até desaparecem por muito tempo, não vá repetir-se o pedido de ajuda. Mas para fazer mal, agem de imediato e de maneira completamente gratuita e desnecessária. Enfim…
Por falar no nosso emigrante, durante o piquenique, conversamos numa boa. Trocamos endereços e fez-me perguntas. Algumas de carácter geral e outras direccionadas para “a” e para “b”. Estas últimas pareceram-me inicialmente muitos inocentes. Com decorrer da conversa, verifiquei que de inocentes não tinham nada. Constatei sim, que tinha a cabeça feita e completamente envenenada. Como lhe deram guarida, sentiram-se no direito de os manipular. Fizeram-no por bem. Foi para os proteger de perigos (perigos fantasma) que pudessem vir da restante família. Fizeram tudo para evitar encontros de 1º, 2º e 3º grau. Tinham alguma coisa a esconder? Mesmo nos convites também se fizeram convidados. Para poderem estar perto? Talvez.
Há tanta coisa bonita que tanto uns como outros podiam fazer! Passam o tempo todo a destilar veneno, como de um problema de incontinência se tratasse.
Andam revoltados com tudo e com todos. Parece que têm alguma doença. Não sei qual mas deduzo tratar-se de traumas de infância. Deviam consultar um psicólogo. Uns mais outros menos, todos tivemos problemas na infância, na infância e não só. Agora que diabo, devem olhar para a frente. O passado bom ou mau não volta, não adianta desenterra-lo. O futuro é já ali e chega rápido. O intervalo entre o nascer e o morrer é tão curto, porque não vivê-lo da melhor maneira? Ninguém consegue ser feliz, armazenando ódios e rancores dentro de si.
Reconheço que me descuidei porque acreditei na boa intenção de algumas pessoas. Acabei por me pôr a jeito, e apanhei com o veneno que não queria. Bem feito para mim.
Penso que foi tudo precipitações e mal entendidos. A crise poderá ajudar a explicar alguma coisa, mas só por si, não é razão para estes ânimos exaltados. Está a tornar-se alarmante, este alastrar de ódios e paixões exacerbadas.
Devido à crise, muita gente está a ser empurrada para situações de alguma preocupação, trazendo à tona muita revolta e mau estar. Uns tinham profissões demasiado absorventes, que exigiam disponibilidade vinte e quatro horas por dia. Agora andam desocupados a maior parte do tempo. A mudança é brutal e naturalmente que os afecta. Outros por falta de personalidade e vontade própria, deixaram que controlassem a sua vida. Sentem-se frustrados e vivem em função dos zunzuns que sopram aos seus ouvidos. Deviam fazer uma reflexão sobre as suas vidas, sem necessidade de torrarem a paciência de ninguém.
Se magoei alguém, foi involuntariamente. Por isso peço desde já desculpa. A partir de agora, não porei mais achas na fogueira, que já tem labaredas demasiado preocupantes. Mas acima de tudo, quero que os meus seguidores me perdoem por esta acção desviante relativamente aos temas a que me propus apresentar neste projecto.
Uma coisa é certa, embora não fosse sua intenção, acabaram por dar protagonismo à minha página. Gostava que tivesse sido de outra maneira. De qualquer forma obrigado pela publicidade. Não esperava que lhe dessem tanta importância. É mais importante do que pensava!
Alguém disse que a página é pública. Verdade, mas não dou nomes às coisas. Naturalmente que quem lá esteve vai entender mas o grande público não. Sendo assim, só a quem servir enfiará a carapuça.
Abraços

 

 

 


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